Quem ignora as vítimas inocentes dos criminosos não tem moral para falar em empoderamento

Quem ignora as vítimas inocentes dos criminosos não tem moral para falar em empoderamento

Se há um grupo que não tem moral para falar em empoderamento de pessoas é a esquerda, principalmente após tantas e recorrentes manifestações de desprezo pelo sofrimento das vítimas inocentes de bandidos.

Uma vítima inocente de bandidos é aquela pessoa que não está envolvida no mundo do crime mas, mesmo assim, é vítima de criminosos. Com certeza muitos dos leitores já passaram por isso: mesmo sem ter um histórico de crimes, ter uma arma apontada em sua direção. Pior ainda é quando desse ato de coerção existe violência.

Quase todas as vítimas inocentes de bandidos dão a mesma declaração: o momento em que uma arma é apontada em sua direção é um momento de impotência. Impotência significa absoluta incapacidade de exercer qualquer tipo de poder. Pessoas honestas são obrigadas a ficar quietas sob a mira de uma arma. Logicamente, tal situação de impotência é o inverso do empoderamento.

A única atitude moral diante disso é se preocupar com as vítimas inocentes de bandidos. Atitudes incluiriam: revogar o estado do desarmamento, eliminar a progressão de pena para crimes violentos (nos quais existe o uso de coerção armada), aumentar as penas para crimes envolvendo coerção armada, reduzir a maioridade penal e outras medidas do tipo. Não que essas medidas iriam empoderar de vez as vítimas inocentes de bandidos, mas já ajudariam bastante.

Como a esquerda (especialmente a extrema-esquerda) se recusa a defender tais propostas, posiciona-se, então, do lado da classe de seres humanas mais opressora da humanidade: os bandidos violentos, ou seja, aqueles lançam mão da coerção física ou armada contra as vítimas inocentes de bandidos.

A conclusão só pode ser uma: a esquerda é inimiga do empoderamento dos cidadãos. No fundo, eles ficam do lado daqueles que colocam as vítimas inocentes sob a pior situação possível de impotência humana. Assim, não tem moral alguma para falar em empoderamento, no qual eles definitivamente não acreditam.

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